Em 2022, ano da Copa do Qatar, o Brasil tinha, segundo o Transfermarkt, especialista no assunto, dois dos quatro goleiros mais valiosos do mundo: Alisson e Ederson.
Agora, em 2026, a poucos dias do começo do Mundial na América do Norte, nenhum brasileiro aparece na lista dos 30 goleiros com as maiores cotações no mercado.
Reflexo claro do que deve ser a maior preocupação de Carlo Ancelotti para a Copa do Mundo.
Nada de Neymar, que o italiano diz que não seria uma "bomba" no ambiente do vestiário.
Mas a posição que foi decisiva para as duas últimas Copas conquistadas pelo Brasil, com Taffarel em 1994 e Marcos em 2002, é o grande ponto fraco da Seleção atualmente.
Alisson sofre com lesões. E tanto no caso dele como no de Ederson os melhores anos ficaram para trás.
Os outros quatro goleiros da lista prévia enviada por Ancelotti para a Fifa não me inspiram confiança.
Bento tem seguidas falhas bizarras. E jogar na Arábia Saudita não ajuda.
John na lista prévia nada explica. Ele não joga desde 3 de janeiro, quando se machucou. E antes não chegou a ser titular absoluto do Nottingham Forest.
O corintiano Hugo Souza é ótimo, principalmente para defender pênaltis. Mas ainda não tem nível para entrar em campo numa Copa do Mundo.
Weverton, então, é ainda mais sem explicação.
Ganhar a Copa do Mundo é algo distante para a seleção brasileira. Pelos seus goleiros, fica ainda mais difícil acreditar.
