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Por que a F1 mudou o GP de Miami e que horas será a largada neste domingo?

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Brasileiro terá que largar em último lugar neste domingo (3) (0:52)

A Fórmula 1 antecipou em três horas o horário de início do GP de Miami, que acontece neste domingo (03), devido à previsão de fortes tempestades e chuva.

A largada estava prevista para 17h (de Brasília), mas foi antecipada para 14h (horário de Brasília).

A decisão surge após conversas entre a F1, a FIA (Federação Internacional de Automobilismo) e a promotora da prova em Miami na noite de sábado. Um comunicado afirmou que a medida visava “garantir o mínimo de transtornos à corrida, o máximo de tempo possível para concluir o Grande Prêmio nas melhores condições e priorizar a segurança de pilotos, fãs, equipes e funcionários”.

A corrida de Miami terá 57 voltas, enquanto as regras da Fórmula 1 estipulam que uma corrida pode ter uma duração máxima de duas horas.

Não há garantia de que a corrida realmente começará no novo horário, mas a mudança permitirá que a FIA e a F1, entidades que regem o automobilismo, tentem completar o máximo possível da prova nessas condições.

Corridas em pista molhada costumam ser marcadas por interrupções, com as condições climáticas aumentando a probabilidade de acidentes e bandeiras vermelhas, o que muitas vezes leva a corridas suspensas.

As previsões para toda a semana indicavam uma forte chuva neste domingo, até mesmo com tempestades.

Não parece haver nenhuma janela durante o dia em que o tempo possa melhorar, embora a intensidade das tempestades tenha aumentado e diminuído nos dias que antecederam o evento.

Na Flórida, é comum a recomendação de que eventos esportivos sejam interrompidos imediatamente em caso de trovão, e só podem ser retomados 30 minutos após o último trovão ou relâmpago.

Essa "regra dos 30 minutos" se repete a cada novo relâmpago, o que geralmente causa atrasos em eventos ao ar livre.

Outra peculiaridade é que o domingo parece ser a primeira corrida em pista molhada para os novos e controversos carros da Fórmula 1.

Este ano, o esporte apresentou carros com um foco sem precedentes na recuperação de energia da bateria e na distribuição de potência, e os pilotos não ficaram muito impressionados com a breve quantidade de testes em pista molhada que tiveram à disposição nos eventos de teste até agora.